De acordo com Tiago Schietti, o setor, historicamente tradicional, passa por uma reconfiguração impulsionada por novas expectativas, maior acesso à informação e demandas por personalização. Neste artigo, você entenderá como essas mudanças impactam a gestão, os serviços e as estratégias das empresas funerárias. Continue a leitura e descubra como se adaptar a esse novo cenário com mais segurança e visão estratégica.
Por que o comportamento do consumidor funerário está mudando?
O comportamento do consumidor funerário acompanha tendências mais amplas da sociedade, como digitalização, valorização da experiência e busca por transparência. Segundo Tiago Schietti, o cliente atual deseja compreender cada etapa do serviço, evitando decisões baseadas apenas em urgência ou tradição.
Por sua vez, há uma mudança na forma como as pessoas lidam com a morte e o luto. Famílias buscam processos mais humanizados e menos burocráticos, priorizando acolhimento e clareza. Esse novo perfil exige que as empresas revisem suas abordagens e adotem uma comunicação mais empática.
Quais são as novas expectativas dos clientes?
O consumidor atual não se limita a contratar um serviço básico. Ele busca valor, transparência e, principalmente, respeito às suas escolhas. Conforme aponta Tiago Schietti, a personalização deixou de ser diferencial e passou a ser uma exigência.
Entre as principais expectativas, destacam-se:
- Atendimento humanizado e ágil;
- Clareza nas informações e nos custos;
- Possibilidade de personalização dos serviços;
- Opções digitais para contratação e acompanhamento;
- Estruturas organizadas e acolhedoras.
Esses fatores mostram que a experiência do cliente começa antes mesmo da contratação e se estende por todo o processo. Empresas que ignoram essas demandas tendem a perder relevância no mercado.

Como a tecnologia influencia esse novo comportamento?
A tecnologia desempenha um papel central na transformação do consumidor funerário. Plataformas digitais, atendimento online e sistemas de gestão facilitam o acesso à informação e tornam o processo mais transparente. A digitalização reduz barreiras e amplia a autonomia do cliente.
Ademais, ferramentas digitais permitem que familiares acompanhem etapas do serviço de forma remota, o que traz mais segurança emocional. Conforme apresenta Tiago Schietti, a tecnologia não substitui o contato humano, mas potencializa a qualidade do atendimento quando bem aplicada.
O impacto da personalização nos serviços funerários
A personalização é uma das mudanças mais significativas no setor. Cerimônias mais íntimas, homenagens personalizadas e escolhas específicas refletem o desejo de tornar o momento mais significativo. Esse movimento exige flexibilidade operacional e sensibilidade das equipes.
Ao mesmo tempo, a personalização demanda organização e planejamento. Não se trata apenas de oferecer opções, mas de entender as necessidades de cada família. Empresas que conseguem equilibrar estrutura e empatia criam experiências mais relevantes e memoráveis.
Como as empresas podem se adaptar a esse novo cenário?
A adaptação ao novo comportamento do consumidor exige mudanças estruturais e culturais. Não basta ajustar serviços isoladamente, é necessário revisar toda a jornada do cliente. Para Tiago Schietti, o foco deve estar na experiência completa, desde o primeiro contato até o pós-atendimento.
Para isso, algumas estratégias são fundamentais:
- Investir em treinamento de equipes;
- Implementar soluções tecnológicas;
- Revisar processos internos;
- Fortalecer a comunicação transparente;
- Desenvolver opções de personalização.
Essas ações permitem alinhar operação e expectativa do cliente. A consistência na entrega é o que consolida a confiança e fortalece a reputação da empresa.
Caminhos para fortalecer a relação com o cliente
Em síntese, construir uma relação sólida com o cliente no setor funerário exige mais do que eficiência operacional. É necessário desenvolver uma abordagem baseada em empatia, respeito e clareza. As empresas que compreendem essa dinâmica conseguem se posicionar de forma mais competitiva.
Entender o comportamento do consumidor é um passo estratégico para evoluir no mercado. A capacidade de adaptação se torna um diferencial relevante em um setor que passa por mudanças significativas. Ao investir em experiência, tecnologia e humanização, as empresas ampliam sua relevância e garantem sustentabilidade no longo prazo.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez
