Chefe do MPSP Arquiva Investigação sobre Casa de Luxo de Derrite
No dia 25 de agosto, o chefe do Ministério Público de São Paulo (MPSP), procurador-geral de Justiça Paulo Sérgio de Oliveira, tomou a decisão de arquivar a investigação sobre a construção da casa de luxo do secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite. A notícia surgiu após o Metrópoles revelar que o imóvel em construção custaria cerca de R$ 3 milhões, considerando o valor do terreno, material e mão de obra.
A investigação foi solicitada após a publicação da reportagem, que também apontou que o empresário Guilherme Moron, amigo de Derrite, estaria alinhando os pagamentos para a construção da casa. Contudo, a Secretaria da Segurança Pública havia emitido uma nota em junho negando qualquer envolvimento do empresário com a construção do imóvel.
No entanto, o chefe do MPSP decidiu arquivar a investigação após aceitar a explicação de que a casa custou cerca de R$ 151 mil. A decisão foi tomada após análise das informações apresentadas e considerando as explicações oferecidas pelos envolvidos.
A notícia da construção da casa de luxo do secretário da Segurança Pública gerou grande polêmica na sociedade paulista, com muitos questionando a justificativa dos gastos em uma época de crise econômica e escassez de recursos públicos. A decisão de arquivar a investigação foi vista por alguns como um sinal de que as autoridades não estão dispostas a apurar os fatos, mas outros argumentam que a investigação foi feita com base em informações incompletas.
Ainda assim, a polêmica em torno da construção da casa de luxo do secretário da Segurança Pública permanece viva e continua a gerar discussão na sociedade paulista. A decisão de arquivar a investigação não resolve os questionamentos sobre a responsabilidade dos envolvidos, mas sim encerra o processo formal de investigação.